segunda-feira, 3 de setembro de 2012


Merda não afunda



De seu palanque dourado
ele que se julgava grande
proferia palavras difíceis
o povo na dúvida
aplaudia, afinal
ele era  grande.
Prometia que no
seu mandato, toda
a sujeira seria varrida.
Das nuvens impregnadas
uma chuva pesada
cai sobre o povo.
Tristes, eles o abandonam
se deram conta  que
merda não afunda...

Núbia Nonato

2 comentários:

  1. kkkkkkkkk Muito bom!

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  2. E ainda assim, embora e contudo temos que expressar a nossa
    vontade(?????), através desse bendito voto.
    Afffffffff...
    Valeu Thatiane.

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